O salão tem cadeira livre, a imobiliária tem imóvel para mostrar, a clínica tem horário aberto. O que falta é alguém atendendo quando o cliente chega. A TAU é a infraestrutura que fecha essa lacuna e transforma conversa em receita.
O mercado vendeu chatbot para PME durante uma década com a promessa de reduzir trabalho. O dono economizava algumas horas e o faturamento seguia igual, porque atender rápido não é o objetivo. Fechar é.
A TAU parte do outro lado. Ela não existe para responder mensagem, existe para colocar dinheiro na agenda: recomendar o serviço certo, ocupar o horário vago, confirmar antes da hora e trazer de volta quem parou de aparecer.
Isso muda o que medimos. Não contamos mensagens respondidas. Contamos agendamento criado, receita atendida e cliente recuperado.
Mia, Leo e Kai não são produtos separados. Cada um cobre uma parte do ciclo, e o valor está na integração entre eles.
Primeiro contato com o cliente. Responde na hora, recomenda o serviço certo, oferece complemento e fecha na agenda integrada.
Alguém está atendendo agora?
Analisa cada atendimento, encontra o gargalo e responde ao dono no WhatsApp. É o embrião do TAU•OS.
Onde estou perdendo dinheiro?
Cuida de quem já é cliente: reduz falta, remarca em vez de perder o horário e reativa quem parou de aparecer.
Quem eu já conquistei e estou perdendo?
Assistente genérico não conhece o vocabulário de nenhum negócio. Por isso a TAU entra em um mercado por vez, com integração ao sistema que ele já usa e linguagem própria.
Salões, estúdios e clínicas de estética. Agendamento em tempo real, complemento de serviço e recuperação de no-show.
Imobiliárias e incorporadoras. Qualificação de lead, agendamento de visita e campanha de reativação da base.
Clínicas e consultórios que perdem consulta por falta de resposta e por falta no dia. Em desenvolvimento.
Hoje o Leo observa cada atendimento e diz ao dono o que mudar. Ele é o embrião de algo maior: uma camada que entende a operação inteira e passa a coordenar as decisões, não só apontá-las.
É a visão de longo prazo, e a construímos com o que já está em produção. Nenhum negócio compra sistema operacional. Compra agenda cheia, e o resto vem depois.
Toda decisão de produto responde a uma pergunta: isso coloca dinheiro na agenda do cliente?
Preferimos ser indispensáveis em um mercado a ser aceitáveis em dez.
Sem painel novo para aprender e sem app para instalar. A operação acontece no WhatsApp.
Não publicamos métrica, case ou integração sem saber de quem é o resultado e em qual período.
A TAU não começou de uma tese sobre inteligência artificial. Começou olhando o WhatsApp de negócios que vendiam bem e ainda assim deixavam dinheiro na mesa, porque ninguém respondia a tempo.
Quem constrói a TAU lê conversa de cliente toda semana. É de onde vem o que nenhuma reunião entrega: que a cliente pergunta preço antes de horário, que terça à tarde é o buraco da agenda, que quem cancela volta se alguém chamar.
Essa proximidade é decisão de produto, não fase de começo. Enquanto a TAU existir, quem decide o roadmap vai estar perto de quem usa, e sua dúvida sobre o produto chega direto em mim.
Duas verticais em operação e uma equipe que atende quem usa. Comece pela sua.